por ajcmrl

Vamos planejar alguma coisa:
escreva palavras doces pela minha boca.
Todas as linhas cruzando o que gostamos.
Provocação. Sabor de privilégio.
Aí você percebe que seus olhos correm velozes como museu, e só param em quatro:
paredes, posições.
Calcando como incompetente as outras grandes ignorâncias.
E que eu fico contente com toda volúpia e infância. Só e sempre solta.
Só há vontades diárias
– que não se perdem na exposição do seu deleite.

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