preciso voltar e olhar de novo aquela pista vazia

por ajcmrl

Pela primeira vez eu a amava e me abria e me espalhava. Infringi a regra crucial e fui profética nas madrugadas. Não encolhi o que pesava os ombros, nem deixei escorrer a sensação dos lábios. Às três da manhã: é agora, coração, tempestade de garota. Tem de ir no tilintar das moedas na fonte e na constelação que forma cada pinta. Atravessa cada luz memorizada do estado, de madrugada, por você, frenética. Pela pista e contramão, a toda. Veste a carapuça.

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